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:: Será?...
Internet aumenta produtividade Fazer pausas durante o trabalho para navegar na Internet poderá trazer maior produtividade. O jornal Expresso destacou a descoberta de um grupo de investigadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, segundo a qual quem utiliza a Internet no local de trabalho como forma de distracção produz mais nove por cento do que quem não o faz. Estas pausas no trabalho revelam-se extremamente importantes pois “as pessoas precisam de espairecer um pouco para recuperar a concentração”, tal como afirmou o autor do estudo Brent Coker. De entre os 300 trabalhadores que fizeram parte deste estudo, 70 por cento revelou fazer pausas (equivalentes a menos de 20 por cento do tempo total do serviço por dia) para pesquisar informações sobre produtos, ler notícias, jogar ou ver vídeos no YouTube.
:: Fala-se de Livros...
A Infância é um Território Desconhecido, de Helena Vasconcelos Anjos ou pequenos demónios? Que papel atribuir às crianças? Textos de ontem e de hoje num livro empolgante de inteligência. (Quetzal, 332 pp, €16.60)
Lisboa Song, de António Mega Ferreira e Amy Yoes Uma cidade como palco de uma teia de cumplicidades transformada em amor. Lisboa, cenário e causa de paixões.
“O ângulo de uma janela, a textura de um vaso, uma moldura abandonada...”
Um Amigo chamado Henry, de Nuala Gardner Escrito pela mãe de uma criança autista, um relato comovente sobre a importância que um animal doméstico pode assumir na vida de alguém com a doença.
(Casa das Letras, 330 pp, €17)

Toda a obra poética de uma grande autora num único volume. Páginas marcadas pelo amor, o erotismo e a luta ética por uma maior dignidade da mulher
Natália, de Helder Macedo Regressado à ficção, quatro anos após a publicação do fulgurante Sem Nome, o ensaísta, escritor, professor universitário, detentor durante décadas da Cátedra Camões no King's College de Londres, Helder Macedo publica Natália (Presença). Diário entre o registo confessional e o thriller psicológico, foi um dos cerca de 30 novos livros apresentados na 10.ª edição do Festival Correntes d'Escritas, na Póvoa de Varzim. (Presença, 208 pp, €13)
martedì
:: Fala-se de Livros...
Tesouros Escondidos, de Nora Roberts Nora Roberts é considerada a rainha do romance e uma das autoras femininas mais lidas actualmente. Neste livro, conta a história de Dora Conroy, dona de uma loja de antiguidades, que decide comprar um quadro muito especial num leilão. Posteriormente ela conhece um ex-polícia, e juntos irão decifrar uma série de crimes ligados ao roubo de obras de arte. (Chá das Cinco, 368 pp, € 18.85)
O Hospital das Letras, de José Jorge Letria José Jorge Letria lança, já no próximo dia 5 de Março, o seu mais recente livro infantil, convidando a conhecida escritora Alice Vieira, para o apresentar na Buchholz Chiado, pelas 18h30. Este livro faz parte da Colecção Tambor de Lata, lançado pela Portugália Editora e conta a história das letras quando estas estão doentes, correspondendo cada uma delas a uma doença diferente. É uma autêntica viagem pelo corpo humano.
(Portugália Editora, 40 pp, €11.00)

Memórias da Rainha Santa, de María Pilar Queralt del Hierro
Frei Ramón de Alquézar faz uma viagem até Roma apenas com alguns pertences pessoais, livros de orações e um manuscrito de capa de couro que guardava como a sua própria vida. Decidiu abandonar o convento e levar o manuscrito até ao Papa Urbano VIII, com intenções de provar a santidade de Isabel de Aragão, rainha de Portugal. O manuscrito é escrito pela própria rainha, e através dele ficamos a conhecer toda a sua vida: o seu casamento com D. Dinis, as traições deste, as igrejas, hospitais e asilos que criou... No final, a missão do Frei fica cumprida e Isabel de Portugal sobe aos altares a 25 de Maio de 1625.
(Esfera dos Livros, 232 pp, €17.00)
Eclipse, de Stephenie Meyer Este livro faz parte da saga Luz e Escuridão e é o terceiro que se segue a Crepúsculo e Lua Nova. Tal como no resto do mundo, também em Portugal o sucesso desta escritora se vai fazendo sentir cada vez mais. Tudo por culpa do filme que estreou no ano passado, baseado no primeiro livro, e que levou milhares de fãs às salas de cinema. Este romance dá continuidade à história de amor entre a jovem Bella e o vampiro Edward.
Mude a Sua Vida em Sete Dias, de Paul McKennaPaul McKenna é uma das vedetas da televisão britânica mais bem pagas e considerado o autor de não-ficção inglês mais vendido em todo o mundo. O autor defende que a resposta para tudo está na mente. Quem aprender a controlá-la, saberá fazer o mesmo com a vida. Este programa foi já experimentado por artistas como Robbie Williams, David Bowie, Ellen Degeneres, George Michael, Jerry Hall e Sarah Fergunson. E empresas de sucesso, como a T-Mobile ou a McKinsey, também já aderiram.
(Lua de Papel, 192 pp, €14.00)

:: Momentos de Glória...
Já não é a menina de Diário de Uma Princesa, apesar de nunca ter perdido aquele ar de encantamento. Cresceu demasiado em Brokeback Mountain e em O Diabo Veste Prada. De tal maneira que, ao sentar-se no jardim do Hotel Des Bains, em Veneza, para a nossa entrevista a propósito de O Casamento de Rachel, percebe-se que a ruptura com o ex-namorado Raffaello Follieri, acusado de corrupção, já faz parte de um passado distante e enterrado. Foi mesmo o trabalho que a salvou de males piores. Tem vivido verdadeiros momentos de glória em termos profissionais. O que a terá por certo ajudado a passar uma fase menos positiva na sua vida pessoal... Concorda?Sim, tive um ano em cheio. Um ano que me transformou.Em grande parte devido ao excepcional envolvimento em O Casamento de Rachel. Conte-nos um pouco como surgiu este projecto.De facto, foi óptimo poder envolver-me neste projecto desde o início. Mas agora, como diria o Jonathan [Demme], já não nos pertence. Está aí para vocês, jornalistas, comentarem e o público apreciar.Considera que esta personagem ultra-emotiva, que sai de uma cura de desintoxicação para o casamento da irmã, poderá ser um ponto de viragem definitivo na sua carreira? Talvez lhe dê razão quando olhar para trás e perceber que possa ter sido um marco na minha carreira. Para já, sinto-me apenas orgulhosa por ter construído uma personagem que não me desaponta e na qual não me parece que pudesse ter feito melhor. Isso é algo que nem sempre me acontece.Faz isso frequentemente, quer dizer, reavalia o seu desempenho ao rever um filme?
Sim, sim, normalmente compreendo a personagem três semanas depois de terminar a rodagem [risos].Como explica o sentimento de culpa e a angústia da personagem no filme?
À partida, somos todos muito mais complexos do que qualquer filme nos possa descrever. O que me deixa mais satisfeita com este resultado é o facto de nos apercebermos de que existem neste mundo heróis escondidos que não são reconhecidos. A Kym é um deles. Ela é uma lutadora, em constante batalha consigo própria. E, nesta altura, atingiu um certo sucesso por se ter desintoxicado.Foi mais complicada a sua preparação por a câmara do Jonathan estar sempre em movimento, de modo a captar um lado mais documental da festa de casamento?
A verdade é que nunca ensaiámos uma cena. Isto porque antes, e durante aproximadamente um ano, discutimos bastante todas as motivações da personagem e o espaço dela no filme. Gradualmente, apaixonámo-nos por ela. As mulheres têm aqui uma presença muito forte, talvez mais do que os homens. É uma mulher igualmente determinada?Bom, eu conheço mulheres ferozes e homens carinhosos como poucas, apesar das mulheres serem normalmente apresentadas como seres mais ternos. No entanto, os homens da minha vida, como o meu pai, possuem corações muito sensíveis. Ao contrário de mim e da minha mãe que somos mulheres ferozes [risos]. Não me parece, contudo, que seja uma representação do sexo.Não deixa de ser curioso que o filme Noivas em Guerra também lida de perto com o tema do casamento. Teve essa percepção quando aceitou fazer esta comédia romântica com a Kate Hudson?
São filmes completamente diferentes. Até porque O Casamento de Rachel não será, a meu ver, um filme sobre o casamento. No início, nem tinha sequer esse título, chamava-se Dancing With Shiva. Quando o Jonathan me disse que o tinha mudado para o título actual é que me apercebi dessa semelhança.
Aborda-se aqui a temática da toxicodependência e da recuperação. Que tipo de pesquisa fez nessa área?
Fiz alguma, mas a verdade é que essas experiências estão muito próximas de mim, pois muitos amigos meus estão (ou estiveram) em recuperação. Levaram-me a reuniões e li vários livros sobre o assunto. Falei também com muitas famílias.Por falar em adição. Acha que é assim tão difícil resistir à adição pela fama?Sabe, nunca compreendi muito bem as pessoas que ficam viciadas pela fama. Tal como nunca senti que teria de experimentar cocaína na primeira vez que ma ofereceram. Até porque percebi que poderia ser uma coisa que não conseguiria controlar. Por isso, decidi não ir por aí. Tenho o mesmo ponto de vista em relação à fama. Não é algo que alguma vez tivesse ansiado. Preocupo-me em ser actriz. Bem sei que a fama lhe vem associada. Por exemplo, estive a noite passada numa apresentação do filme e desfilei na passadeira vermelha com um vestido lindíssimo. Gostei, mas não é por isso que estou aqui. E porque é que está aqui?
Porque quis ser actriz?
Porque gosto de contar histórias e de criar mundos imaginários. Não compreendi isso logo no início, achei que era apenas uma forma de usar a imaginação. Com o tempo percebi o fascínio de contar histórias. No filme fuma bastante. Isso afectou-a de alguma forma?
Agora que fala nisso, foi, por acaso, um bocado difícil deixar. Acho que posso dizer que fiquei viciada em tabaco quando estava a fazer este filme. Neste como em outros filmes, percebe-se que a Anne encara a alimentação com alguma naturalidade e não com o pudor da nova beleza dos corpos magros. Aliás, o seu corpo esguio reflecte isso mesmo.
Como é, come de tudo?
Obrigado pelo elogio. É verdade que não como coisas que me possam fazer sentir mal. Até porque tenho alguns problemas com lacticínios, fritos, açúcar e álcool em excesso. Tudo o resto eu como, e como bem [risos].
Qual é a sua ideia sobre esses corpos esguios e magros?
Já não tenho 13 anos, já passei essa fase, por isso não quero saber. Estou num período bastante positivo na minha vida, em que não me quero sentir mal comigo própria. Acho que ninguém tem nada a ver com o meu corpo. Se fosse uma bailarina talvez me preocupasse.Curiosamente, apareceu também recentemente ligada à moda no documentário Valentino, The Last Emperor...
É verdade [risos]. Ainda não o vi. Estou bem? O Valentino Garavani é fantástico, bem como as pessoas que o rodeiam. É uma espécie de grande família.
Interessa-lhe o mundo da moda?
Depois de O Diabo Veste Prada, agora Valentino. Isto sem falar no perfume da Lancôme (Magnifique) que lançou?
O mundo da moda? Não é algo que me desinteresse, mas também não sou uma fashion victim. Gosto de ir a desfiles de moda, mas não considero que seja uma espécie de rotina. Quanto ao Magnifique, adoro essa fragrância. Para além da moda também se interessa pela política.Os meus interesses são variados. Mas, se quer saber, interessa-me muito mais a política do que a moda. Sou democrata assumida e participo em algumas convenções políticas. Compreendo a resistência que muitos actores têm em não se envolver politicamente. Todos temos direito à nossa opinião e ponto de vista. Como vê a situação política actual na América?
Gosto de ter esperança. Tem sido difícil ser democrata na América nos últimos anos. Foi difícil manter a esperança.Em criança também era assim energética e empenhada em tudo o que fazia?
Acho que a minha mãe lhe saberia responder melhor. Mas era demasiado petulante para ser simpática. Vivia no meu mundo, a sonhar. E a realidade não fazia parte desse mundo. Acho que foi assim que passei a minha infância.Esta foi, além de Brokeback Mountain, a maior interpretação da sua carreira. E com um certo perfume de Óscar. Nunca tive a experiência de ser nomeada para um prémio destes. Claro que é excitante ser nomeada para um Óscar, mas a minha vida não sofre por isso.
Combateu a adversidade amorosa com trabalho e a recompensa foi coroada de sucesso. Para Anne Hathaway, depois da nomeação para os Globos de Ouro, foi a do Óscar para o cativante drama familiar O Casamento de Rachel, na melhor interpretação de sempre. Surge ainda em Noivas em Guerra, onde seduz numa ligeira comédia romântica.
Via Revista Máxima
:: O Mundo a seus pés...
Tem uma beleza de gioconda: misteriosa, profunda. Em pessoa, Inés Sastre é como nas fotografias e nos filmes: belíssima, misteriosa.
Tem uma voz grave, um corpo fino. Nasceu em Valladolid, completa 35 anos em Novembro. Vive em Paris. Tem um filho de dois anos por quem está visivelmente apaixonada. É um dos rostos da Lancôme desde 1996. No cinema, começou a trabalhar com Carlos Saura aos 13 anos. Antonioni fez dela a musa de Para Além das Nuvens.É embaixadora da Unicef. Licenciou-se na Sorbonne em Literatura francesa. Fala fluentemente francês, inglês, italiano e espanhol, claro. Acedeu em ser entrevistada durante 30 minutos na limousine, em sossego. Foi extraordinariamente simpática e disponível. Riu muito. De tudo e de si própria. Fazemos a entrevista em espanhol? É-lhe mais confortável? Fala em espanhol com o seu filho?Falamos uma mistura de espanhol e francês. Tenho baby-sitters portuguesas, que lhe falam em português, e o pai fala-lhe em italiano. A língua materna é muito importante. O meu filho nasceu em França e anda na escola em França. Mas comprei uma casa em Espanha, antes do seu nascimento. Quero que o Diego tenha contacto com a sua raiz. E este Verão foi importante estar dois meses em Espanha.Porquê?Para retomar contacto com os meus amigos e com a minha própria língua, e fazer as coisas que se fazem em Espanha no Verão. Estou há 18 anos fora, vivendo entre Londres e Paris, sobretudo em Paris. O que é que sente como sendo casa?Casa é onde está a minha família mais próxima: o meu filho e eu. Em qualquer lugar do mundo. Quando faço uma pesquisa sobre si na Internet diz-se sempre que é espanhola. Porque é que se sente espanhola? O seu tipo físico é muito francês. Francês, italiano – fiz muitos filmes italianos em que fazia papel de italiana. Não me sinto exclusivamente espanhola. Sinto-me europeia. Sempre gostei do conceito de viagem, de aprender com outros. Sempre fui camaleónica, adaptável.
Sem poses de vedetismo,Inés Sastre tem necessidade de viver no mundo real.Foi educada nesse contexto?
A minha mãe educou as duas filhas de uma forma muito espanhola: sempre quis que fôssemos independentes. Em Espanha, a educação é austera, mas dá a possibilidade e a independência de questionar a vida que se tem. O melhor presente que a nossa mãe nos deu foi uma certa estrutura. Como é que a sua mãe reagiu quando, aos 13 anos, Carlos Saura a escolheu para fazer o seu primeiro filme?
Agora que sou mãe, penso novamente na sua atitude. Deu-me uma enorme liberdade e confiança. Teve de deixar a minha irmã em Espanha, com o meu pai, e foi comigo para a Costa Rica três meses. A minha mãe disse-me: “Eu não posso trabalhar por ti. Por isso, é uma decisão tua.” Era uma grande responsabilidade, posta sobre os seus ombros.Sempre fui muito precoce. Era uma menina muito responsável.A sua mãe reconhecia-a como sendo especialmente bonita?
Nunca me educaram desse modo. Havia uma absoluta ausência de vaidade física em nossa casa. E não me sentia nada bonita. Eu era muito tímida. Acho que comecei a falar quando fiz o primeiro filme.Em que pensava nesses anos silenciosos, de quase reclusão?
Num monte de coisas. Lia muitíssimo, tinha uma vida interior incrível. Este trabalho deu-me a possibilidade de comunicar com o mundo exterior.Não é fácil adivinhar o que se passa dentro de si.Através dos meus filmes, das minhas fotografias, é possível saber de mim, ainda que de um modo silencioso. A quem revela a sua vida interior?
Como todas as pessoas, tenho um círculo mais pessoal, em que me conhecem de um modo mais humano. Nem toda a gente me conhece. Mas sou muito transparente. Não gosto de mostrar o que não sou.É muito significativo que as outras mulheres a apreciem, apesar de ser um ícone de beleza.Disseram-me, quando comecei a trabalhar com a Lancôme, que há sempre que pensar que as minhas clientes são mulheres. Eu não estou aqui para roubar o marido a ninguém! [risos] Não pode ser demasiado sexy.Não. Nem sequer o sou. Iria contra a minha natureza. O meu último perfume para a Lancôme foi um projecto muito pessoal. Quis projectar a imagem de uma mulher bonita, moderna, forte, com um filho, que não seja lamechas e que seja simpática. Assumir as fracturas, as perdas, é uma coisa importante?
Não cultiva o estilo da “supermulher”… Não cultivo, não. Um amigo meu francês, que é um grande actor de teatro, disse-me que a falha, a pequena debilidade, é o mais charmoso, o que mais toca. Uma mulher perfeita?
Isso não seria interessante.Descobriu a sua timidez doentia como uma coisa tocante?
Não descobri. Fui evoluindo, fui crescendo. Posso ser muito segura de mim e outras vezes não. Fico num quase pânico! “Como é que posso fazer algo tão público, sendo tão tímida?” Tenho vontade de sair a correr. Mas ficar é também uma forma de ultrapassar a dificuldade. Existe um desfasamento entre a personagem pública e a pessoa privada?
Às vezes, dizem coisas sobre mim, não sei quê, não sei que mais, e fico incrédula: “Que é isto?
Que estão a dizer de mim?”Como se falassem de outra pessoa, uma pessoa fictícia?
Sim. Mas não posso evitar que tenham uma opinião sobre mim. Nem posso explicar ao mundo inteiro quem é que verdadeiramente sou. Porque é que sentiu necessidade de estudar na Sorbonne e depois em Oxford?
Sempre me interessou estudar. Comecei a trabalhar muito jovem, e estudar é um reposicionamento no mundo real, com gente da nossa idade, com problemáticas da nossa idade. Era importante não perder essa etapa da minha vida. Tive muita gente contra, que dizia: “Nunca mais voltas a trabalhar, as pessoas vão esquecer-se de ti!” E voltei a filmar, contra todas as expectativas! [risos] Foi difícil, naquela altura. Trabalhava em moda e cinema, ao mesmo tempo.Decidi estudar com base numa convicção pessoal profunda. Hoje sinto a mesma necessidade de me reposicionar no mundo real. Se não levar o meu filho ao colégio posso perder o sentido da realidade. Tenho de combinar duas realidades: uma um pouco fictícia e outra muito real. Como era a relação com os seus professores e colegas?
Porque não era uma simples colega...Claro que era. Eu não era tão conhecida assim. O meu primeiro contrato com a Lancôme foi em 96 e comecei a universidade em 92. Já tinha chegado ao quarto ano, e diziam-me: “Chegaste até aqui, não podes desistir!” Iam lá a casa e ajudavam-me a estudar. O mundo universitário foi para mim de uma grande solidariedade.O que mudou na sua vida com o nascimento do seu filho?
Tudo. O que estava em primeiro ou segundo plano, passou a estar em terceiro, quarto... E há certas coisas que voltamos a encontrar da nossa infância que podemos reviver com um filho.
Que recordações da sua infância revive com o seu filho?Muitíssimas. Por exemplo, sempre gostei muito de regras, que haja horários, um certo rigor. Gosto que se reze à noite, gosto de cantar para ele, gosto de ler-lhe livros.
Falemos da sua beleza: quando é que percebeu que era bonita?Quando na escola me disseram, tinha 12 anos: “Fizemos uma votação e tu és a mais bonita da turma.” Eu??? Não era de todo consciente da minha beleza. Às vezes, surpreende-me que me olhem num restaurante.Encarna a amiga, a irmã, a pessoa que tem disponibilidade para ouvir.Adoro ouvir as histórias das pessoas. Gosto de sentar-me num café e olhá-las... No final, as histórias são sempre as mesmas! São histórias de amores...Desamores! [risos] De triunfos, de derrotas. Toda a gente se engana, eu e os outros, e acho que a vida não é fácil, nessa matéria...
Não resisto a pedir-lhe que partilhe connosco alguns dos seus segredos de beleza…
Regularidade, acredito muito na regularidade. E no desporto e nos gestos básicos de beleza. Duches de água fria, cremes, hidratação, beber água.
Doce presençaA convite da Nespresso, Inés Sastre esteve em Portugal no ano passado para a abertura da nova loja da marca.
Tem uma beleza de gioconda: misteriosa, profunda. Em pessoa, Inés Sastre é como nas fotografias e nos filmes: belíssima
via Revista Máxima
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:: Dupla Fezada...

Este Chocolate não engorda e não amarga, mas enfeitiça. É a mais recente aventura de Maria João e Mário Laginha, caminhos cruzados há 25 anos em nome da música. Para variar, vamos ouvi-los falar.A resposta chega espontânea, escandalizada? “Almas gémeas, nós?! Nada disso, não, nunca: somos, quanto muito, almas complementares… Temos, isso sim, uma funcionalidade de dupla que muitas vezes se confunde com um infinito prazer.” “Nós”, neste caso como nas histórias mais bonitas, são uma
:: Pensar...
:: Fala-se de Livros...
Amantes dos Reis de Portugal, de Maria Paula Marçal Lourenço, Ana Cristina Pereira e Joana Troni Três mulheres dão voz à história nunca antes contada das amantes dos monarcas portugueses. De damas da rainha, prostitutas, barregãs, negras, escravas, cantoras líricas, actrizes, mulheres do povo a senhoras da alta burguesia, elas escondem histórias de paixões arrebatadoras, filhos ilegítimos e amores ilícitos. D. Afonso Henriques, D. Dinis, D. João V, D. José, D. Pedro IV ou D. Carlos são apenas alguns dos monarcas, cujas aventuras extraconjugais figuram neste livro. (Esfera dos Livros, 380 pp, € 22.00)
Sissi, de Catalina de Habsburgo-Lorena A história dramática de Isabel, imperatriz de Áustria-Hungria, contada pela sua dama de companhia, com base na correspondência que a soberana manteve com a irmã. A sua intimidade, tão diferente da imagem romântica dos filmes, é posta a descoberto: a inquietude, a relação especial com o marido e o mistério que rodeia a morte do seu filho, o arquiduque Rodolfo. Enriquecido por fotografias, este livro revela-nos uma Isabel idealista e apaixonada, mas também egocêntrica e caprichosa, com uma alma torturada.
(Esfera dos livros, 250 pp, €22)
O Que Pensam os Adolescentes, de JellyellieDo alto dos seus 15 anos, a autora revela toda a verdade acerca dos adolescentes. Jellyellie é descrita pelo jornal inglês The Guardian como “a voz da geração MSN” e tornou-se famosa pelo seu site na internet sobre bluejacking. Para fazer este livro, entrevistou vários amigos para descobrir o que move os adolescentes. E explica o que os jovens pensam sobre a escola, os amigos, o dinheiro, as roupas de marca, o sexo e as drogas, e todos os outros aspectos da vida de um adolescente. Jellyellie mostra o que incentiva os adolescentes a cooperar com os pais e o que desperta toda a sua rebeldia.
(Europa-América, 192 pp, €14.90)

Planear uma Gravidez, de Zita West
Para os casais que querem engravidar ou têm dificuldade em conceber. Este guia em 10 passos oferece respostas às mais variadas perguntas: Como é que alimentos podem aumentar a fertilidade? Quais as opções de fertilização in vitro que existem? De que forma é possível manter a vida sexual interessante enquanto se tenta engravidar? Baseando-se nas mais recentes investigações científicas, este livro ajudará o casal a compreender o funcionamento do corpo e a concepção. (Civilização, 192 pp, € 17.98)

:: Fala-se....
Mulheres, tabus & gigolosNo seio de uma França mais tradicional e habituada a tratar com elegância e savoir-faire os assuntos delicados, o filme Cliente, de Josiane Balasko, lança luz sobre um dos tabus mais bem guardados, gerando uma série de controvérsias no panorama cultural francês. O enredo conta-nos a vida de uma mulher, Judith (Nathalie Baye), apresentadora de um canal televisivo de vendas que, aos 51 anos, se vê divorciada e incapaz de refazer a sua vida amorosa. Aparentemente um lugar-comum, a polémica instala-se quando Judith decide recorrer aos serviços de um gigolo profissional. Um dos mais antigos bastiões masculinos, o da prostituição, ganha novos contornos femininos, numa perspectiva em que a mulher passa a ser a cliente e não a prostituta. Esta história parece representar uma nova realidade em França, onde a procura destes serviços floresce, em consequência da emancipação feminina e do crescente número de divórcios. Judith é caracterizada como uma mulher que controla a sua vida, os seus sentimentos e a sua vida sexual, sem pedir desculpas ou sentir vergonha. A curiosidade sobre o mundo erótico dos gigolos deu origem ao lançamento de uma série de livros e documentários sobre o tema.
:: Confesso que Vivi...

Conhecia-se a lendária faceta punk de Zé Pedro, herdeiro sentimental dos Clash e Sex Pistols. Um punk sensato, polido e erudito a quem Jorge Sampaio fez Comendador por méritos culturais. Desconhecia-se, talvez, o à-vontade de analista político.
“A beleza maior é dizer a alguém que o meu coração lhe pertence e ouvir o mesmo de volta.”
Não sou o único Viveu várias vidas e sobreviveu para contar. Zé Pedro é hoje a imagem de um sedutor e de um homem em paz.
Creio que és o primeiro músico profissional da família?O meu pai tocava guitarra de Coimbra. Era um fadistão. Lembro-me que me passou uma guitarra para dedilhar as primeiras coisas, deu-me umas luzes de posições dos dedos e ficou-se por aí. Fui sempre um autodidacta. O sucesso cria habituação?Cria, claro. É sempre bom sermos reconhecidos pelo que fazemos. Acho que ninguém pode dizer o contrário, mesmo um tímido como eu. Achas que nasceste com a estrela na testa?Não me posso queixar de nada. Posso dizer que vivi o lema Sexo, Drogas e Rock’n’Roll e consegui estar vivo para contar.Estás a viver uma nova reencarnação, agora que não bebes, não fumas e que deixaste de ser um junkie devotado?É mesmo isso. E não lamento nada ter experimentado tudo o que havia disponível. Sinto-me bem agora, casto e abstémio, como me sentia quando passava dias sem ir à cama. Quando começaste na música e a “rockar” achaste que ias ter a esperança de vida de um nativo do Burkina Faso?
A vida em livroEm 2007, Helena Reis, a irmã de Zé Pedro, escreveu o livro Não Sou o Único, um dos temas-bandeira dos Xutos & Pontapés. O livro começa na infância do músico, onde este mostra os seus dotes precoces de guitarrista. A escolha da música, porém, deve-se a uma viagem de inter-rail e a uma ida a um festival punk, em França. Estava-se no ano de 1977, um ano determinante para a música punk, com o lançamento de Never Mind The Bollocks, Here’s The Sex Pistols. Zé Pedro, então com 21 anos, garante que aquele festival e a passagem por Barcelona, onde viu Santana actuar, era o que gostava de fazer. “Era o meu sonho que se tornou realidade”, dirá durante a conversa com a Máxima.
Somos conservadores?Somos falsos progressistas. E temos uma atitude intrínseca que é a de fantasiar a nossa abertura de espírito quando no fundo somos adversos a mudanças. Adiamos as reformas de espírito e mentalidade, mostrando-nos mais “preocupados” com o terrorismo, a crise e a violência nas ruas cujos parâmetros nem estamos certos de conhecer. Achas que a tua geração falhou?
:: Fala-se de Livros...
Histórias de Amor, de José Cardoso PiresSão quatro contos e uma novela quase desconhecidos, do autor de O Delfim, recuperando uma obra apreendida pela censura fascista em Agosto de 1952.
(Edições Nélson de Matos, 188 pp, € 19)

A Aldeia Encantada, de José Vaz
Esta história passa-se na terra das neves eternas, numa aldeia chamada Natália. É num cenário de neve pura que o autor leva os leitores a visitar aquela aldeia onde convivem, naturalmente, os seres humanos e os fantásticos que povoam o mundo, sem fronteiras, da infância.
(Âmbar, 32 pp, € 13)
A Baía do Tesouro, de Rui Sousa Mestre Hildo e Pedrito viajam de barco até uma ilha abandonada. Ali, o mestre fala ao rapaz sobre o farol, histórias de barcos com piratas e... de um tesouro escondido.
(Minutos de Leitura, 32 pp, €9.90)
O Sentido do Gosto, de José Manuel Bento dos SantosNeste livro pode encontrar, passo a passo, o desenrolar de cada receita apresentada no programa Sentido do Gosto, da RTP, desde as mais simples às mais complexas.
(Livros d’Hoje,400 pp, € 25.00)

:: Consciência Étnica...
O preto é a sua cor. Pelo menos há 12 anos, veste-se de negro, com roupas que pouco deixam ver do seu corpo. É assim que manda a tradição cigana quando uma mulher fica viúva. E Olga Mariano, presidente da Associação para o Desenvolvimento das Mulheres e Crianças Ciganas Portuguesas (AMUCIP), prova que a tradição pode ser o que sempre foi sem parar no tempo.“Posso ser quem eu quiser a nível profissional sem deixar de ser quem sou a nível cultural.” Voz forte, conversa fluida e postura segura, esta é uma mulher que sabe o que vale e que acredita no potencial das pessoas. Olga Mariano não tem dúvidas: quando se aposta no perfil de cada grupo – ou mesmo de cada pessoa –, e com garantia de saída profissional, todos ganham: ciganos, a “comunidade maioritária” e o país no seu todo. Acredita também que a mudança de mentalidades é essencial e deve ser feita de
ambos os lados. “Uma ponte não se faz só numa margem”, afirma.
E garante que nem tudo é mau na sua cultura, ao contrário do que muitos preferem pensar. “Temos, por exemplo, hábitos muito saudáveis. Valorizamos a idade como ponto de referência e de qualidade. Nunca pomos as pessoas de idade em depósitos de velhos. Por outro lado, na nossa comunidade, as crianças são a coisa mais importante do mundo. Não temos violadores nem pedófilos.” Na sua visão, a integração não se faz a criar guetos. “Ao contrário do que se pensa, os ciganos querem estar inseridos na comunidade maioritária e precisam de ser apoiados por terem dificuldades acrescidas, como acontece, por exemplo, no aluguer ou compra de casa.” Há muito que fazer e o caminho não parece fácil. Mas, ao contrário da roupa que veste, a sua esperança é da cor do arco-íris. Olga Mariano nem sempre teve um papel tão activo no apoio à sua comunidade. Este foi um potencial descoberto tardiamente e por acaso. Nascida e criada num ambiente tradicional cigano, casou-se aos 22 anos com um homem que escolheu. “Estive apalavrada com alguns rapazes com quem não quis casar. Com este estive apalavrada, mas gostei e aceitei o casamento”, recorda. “Não há mulher cigana que case por imposição. Isso é um mito romântico.
Mas uma mulher casar contra a vontade não tem romantismo nenhum – é uma violação dos seus direitos.” A vida de trabalho fora de casa veio depois do casamento. “Em solteiras, as raparigas ciganas trabalham apenas em casa. “Na comunidade maioritária, o investimento nos filhos é feito através da educação escolar. Nós investimos no aperfeiçoamento das filhas a nível artesanal e doméstico e na sua apresentação física para que, na altura de uma festa, vá bem preparada, bem penteada e vestida, e, assim, possa ser candidata a um bom casamento.” Depois de casadas, muitas acompanham o marido na sua actividade profissional e boa parte trabalha na venda ambulante. Olga Mariano não foi excepção. Trabalhou durante 30 anos no comércio de rua com o marido. “Os meus filhos foram criados na praça, como as crianças ciganas normalmente são.” A doença do marido afastou-a do comércio. Em três anos, tudo o que construiu durante 30 foi por água abaixo e teve de recorrer ao rendimento mínimo garantido. Recebia cerca de 30 mil escudos (150 euros) para ela e os três filhos. Ao fim de seis meses foi chamada para se inscrever num curso de formação profissional. É nesta altura que descobre novos caminhos. “Éramos cerca de 30 mulheres ciganas e não sei quantas de origem africana”, recorda. De entre estas mulheres apenas 11 africanas e cinco ciganas preencheram os requisitos para frequentar aquele curso profissional. Olga Mariano era uma delas. “Eu andava demasiado cansada com o processo da doença e morte do meu marido. Mas havia um aspecto que me obrigou, entre aspas, a frequentar este curso: a bolsa era de quase 70 mil escudos. E eu tinha de dar de comer aos meus filhos.” A formação acertou em vários pontos. Os temas foram interessantes – cidadania, português, legislação, mundo actual, entre outros – mas o cuidado com algumas especificidades do grupo foi essencial. A certa altura, houve uma separação de módulos: as ciganas foram para mediadoras socioculturais e as africanas foram para a acção do quotidiano. “Na nossa comunidade, as mulheres não podem mexer no corpo do outro, principalmente no do homem. Por isso, nunca poderíamos trabalhar num lar. A entidade que promoveu o curso entendeu isso e fez a separação.” Do fim da formação à criação da AMUCIP por Olga Mariano e as outras quatro mulheres ciganas que frequentaram o curso foi um salto. “O grande objectivo foi criar um espaço aberto num bairro social onde pudéssemos ter crianças ciganas em conjunto com crianças não ciganas para fomentar a inclusão e nunca a exclusão. O segundo objectivo era minimizar o absentismo escolar por parte dessas crianças e incentivar que as meninas que tivessem sido retiradas do percurso escolar retomassem os seus estudos, por via directa ou indirecta – através de acções de formação que ao mesmo tempo lhes dessem uma equivalência. E o terceiro objectivo era fazer a conciliação entre a vida familiar e profissional das mulheres ciganas. Dar-lhes mais autonomia e alguma qualidade de vida.” A partir da definição destas metas, o trabalho faz-se no terreno. E nada como cinco mulheres ciganas para saber como caminhar neste território. A Câmara do Seixal cedeu-lhes uma casa e a Fundação Montepio Geral deu-lhes meios para a arranjar. E, então, deram início ao passa palavra, que é a sua forma de acção. Assim têm chegado não só às mulheres e crianças mas à comunidade em geral. Procuram criar condições de evolução e inserção para o seu grupo, mas também trabalham a divulgar a cultura cigana a nível das escolas, dos técnicos de inserção social e de quem mais se interessar. “Conheçam-me antes de me odiarem” é um dos seus lemas. A AMUCIP tem actuado a nível de vários projectos em conjunto com a Câmara e com outras entidades locais, nacionais ou europeias. Por exemplo, no projecto P’lo Sonho é que Vamos – que está na sua fase final –, trabalharam com a Direcção-Geral para os Assuntos Consulares e o Centro de Estudos para a Intervenção Social. Foi uma soma de experiências que resultou e foi reconhecida através de prémios a nível regional e nacional, e de uma medalha de mérito oferecida pela autarquia. “Isso fez com que tivéssemos ainda mais prazer no que estávamos a fazer. Estávamos no caminho certo. Era o que pretendíamos: não deixar de sermos quem somos, mas podermos ser qualquer coisa mais além. Juntar outros conhecimentos, outras ferramentas.” Nesta fase em que se encontra o projecto, o objectivo é disseminar a experiência, tentando que outras autarquias criem grupos de trabalho semelhantes nas suas jurisdições.
lunedì
:: Minuto de Sabedoria...
:: Fala-se de Livros...
Querido Frank, de Nancy Lloran Neste inovador romance histórico, factos e ficção misturam-se de modo fascinante. A voz narrativa é entregue a Marnah Borthwick Cheney que, no princípio do século XX, foi amante do famoso arquitecto Frank Lloyd Wright.
(Difel, 480 pp, € 18.90)
Doces, Compotas e Conservas, de Thane PrinceUm livro repleto de imagens sugestivas de mais de 150 receitas de compotas, doces, geleias, conservas, chutneys, molhos e picles, para que possamos conservar o que cada estação do ano nos oferece em abundância.
(Civilização Editores, 224 pp, € 19.99)
Tarte de Mamute, de Jeanne Willis e Tony RossNo cimo da montanha vive um gordo mamute. Lá em baixo, no vale, vive um homem das cavernas esfomeado que, ao olhar para o mamute, imagina uma tarte deliciosa. Mas transformar um mamute numa tarte não vai ser tarefa fácil para o nosso herói.

O Grande Livro dos Chefs, de Fátima Moura
Reúne alguns dos mais conceituados chefs que actualmente trabalham em Portugal. Trata-se de um álbum ilustrado com cerca de 200 páginas, coordenado por Fátima Moura e com fotografia de Nuno Correia. Cada capítulo é dedicado a um chef, incluindo uma curta entrevista, dados biográficos, o desenvolvimento de um tema de culinária e ainda um conjunto de receitas. Fausto Airoldi, Luís Suspiro, José Avillez, Vítor Sobral e Henrique Sá Pessoa são alguns dos nomes que figuram neste livro.
(Quimera, 192 pp, € 39.50)
Doce Vida, de Luís Baena Um conjunto de receitas às quais é impossível resistir. Bomba de chocolate, Pudim à Abade de Priscos, Tarte de amêndoa do Algarve, Sericá, Sorvete de manga, Encharcada, Fatias douradas de bolo-rei, Mousse de chocolate branco, Panna cota, Pastel de nata, Queijadas da Tia Jica são algumas das sobremesas disponíveis neste livro, onde a tradição é reavivada e reinventada com novas criações pela mão de um dos mais prestigiados chefs portugueses. E mais: truques e dicas fundamentais para que as receitas saiam perfeitas.
(Esfera dos Livros, 192 pp, € 25)
Nutrição, Exercício e Saúde, de Pedro Teixeira, Luís Bettencourt Sardinha e J. L. Themudo Barata Idealizado e escrito por alguns dos melhores especialistas nacionais nas áreas da nutrição, exercício e saúde. Dirige-se ao estudante e ao profissional do sector, mas pode também dar boas pistas a quem queira compreender melhor a relação entre alimentação, actividade física e saúde. Trata-se de um texto de leitura agradável, detalhado do ponto de vista científico mas repleto de exemplos.
(Editora Lidel, 440 pp, € 39.95)
Sempre Jovem, de Michael Roizen e Mehmet OzMais um livro da série YOU. Nesta edição, os médicos Michael F. Roizen e Mehmet C. Oz explicam com humor e muita ciência o efeito que a passagem dos anos tem sobre o nosso corpo. Contam curiosidades, quebram mitos, apresentam soluções práticas para problemas concretos e revelam o Plano YOU de 14 dias – um programa completo, a nível de alimentação e exercícios, que nos dará mais anos de vida… e mais vida aos anos que temos.
(Lua de Papel, 480 pp, € 15.00)

Mulher 50 ± 10, de Isabel do Carmo, J. L. Themudo Barata, Manuela Paçô, Maria João Fagundes
Para enfrentar sem dramas a chegada da maturidade. Uma endocrinologista, um especialista em medicina desportiva, uma dermatologista e uma psicóloga abordam temas como a intimidade feminina e a nutrição, a importância da actividade física para uma vida saudável, a melhor maneira de tratar a pele madura, a auto-estima, a depressão, o sexo, o trabalho, o amor e muito mais.
:: Sair das Trevas....


Em busca da felicidadeRobert Downey Jr.venceu os demónios que em tempos o perseguiram. Agora está em paz
Durante muitos anos, Robert Downey Jr. foi objecto de pena e de troça como um homem em constante reabilitação e reincidência numa vida de drogas e devassidão. Mas uma pesada pena de
“Fiz algo que a maior parte das pessoas pensava que eu nunca faria. Tornei-me o super-herói de um filme de acção!”
Em cima, em Zodiac. Ao baixo, em Homem de Ferro, e em Tempestade Tropical.
Este parece estar a ser um excelente ano para si.
Para além da enorme aclamação e do sucesso financeiro de Homem de Ferro, acha que estes filmes vão fazer com que as pessoas esqueçam o lado obscuro do seu passado?Ó homem, isso já foi no século passado. Felizmente, Homem de Ferro é um acontecimento suficientemente excitante para a maior parte das pessoas e como
“Talvez o objectivo deva ser uma vida que valorize a honra, o dever, um bom trabalho, os amigos e a família...”
Depois dos anos de excessos, Robert Downey Jr. consegue agora manter a distância entre o mundo do cinema e a vida real.
Amigos seus, como o Sean Penn e a Jodie Foster, tentaram ajudá-lo. Sente que o seu sucesso hoje é uma forma de validar a fé que eles tinham em si quando você próprio não a tinha?
A sua carreira descolou cedo e teve um romance famoso com Sarah Jessica Parker. Como é que hoje vê essa relação?
:: Pense!...
venerdì
:: Fala-se de Livros...

A Filosofia Segundo Seinfeld,
coordenação, de William Irwin
Que pode haver de comum entre um grande sucesso da TV e a Filosofia? É o que, neste livro tão divertido como profundo, nos dirão 13 autores. (Estrela Polar, 232 pp, € 16)
Longe da vista, perto do coração, de Jean-Laurent CaillaudNo princípio há uma placa, numa rua de Paris, a assinalar o fuzilamento de um rapaz de 19 anos pelos ocupantes alemães, em plena II Guerra Mundial... (Publicações Europa-América, 92 pp, € 11.50)

A Metamorfose das Plantas dos Pés,
de Catarina Nunes de Almeida
É constituído por três capítulos: a metamorfose da planta dos pés, corpo floresta e a descoberta do fogo. Uma poesia que é uma orquestra para os sentidos. (Deriva, 56 pp, € 12)
Diário de uma Dona de Casa Desesperada, de Sue KaufmanQuando Bettina descobriu até que ponto estava enredada na armadilha de um casamento demasiado perfeito, era demasiado tarde. Reedição de um best seller. (Editorial Presença, 292 pp, € 17)
Os outros Caminhos do Mundo, de Clara Pinto CorreiaViagens em locais marcados pelo secretismo: Jordânia, Ilha da Páscoa, Moçambique, Austrália, México, Los Angeles, Argentina, Jamaica e a antiga União Soviética. (Oficina do Livro, 194 pp, € 15)
Comer sem PensarComer sem Pensar, de Brian Wansink (Sinais de Fogo, 264 pp, € 19.80). O que nos influencia na hora de comer? Este não é um
livro sobre dietas, mas é fundamental para quem quer tomar consciência da dinâmica escondida por detrás dos hábitos alimentares. Psicólogo da nutrição, o autor analisou tudo o que
nos influencia quando comemos e agora ajuda os seus leitores a fazer as escolhas mais conscientes e agradáveis à mesa, no supermercado, no local de trabalho, ou em qualquer outro sítio
por onde satisfaçam o seu apetite.
Manual da Super-MulherManual da Super-Mulher, de Colinda Linde (Sinais de Fogo, 224 pp, € 18.00). Gerir os diferentes papéis desempenhados pela mulher do séc. XXI – esposa, mãe, trabalhadora, amiga… – é uma tarefa digna de um super-herói. A autora apresenta, de forma prática e divertida, a solução para encontrar o equilíbrio essencial para o bem-estar físico e emocional. Ensina como lidar com o stress, como gerir melhor o tempo, como desempenhar múltiplas tarefas e como aproveitar ao máximo os recursos disponíveis.
A Geografia da FelicidadeA Geografia da Felicidade, de Eric Weiner (Lua de Papel, 384 pp, € 15.00). Uma viagem à aventura por quatro continentes, sempre com um objectivo em mente: perceber se a felicidade está nas pessoas ou se está nos lugares. As conclusões a que o autor chega, sempre apoiado nos mais recentes estudos e dados sobre a felicidade, são surpreendentes
Madalena, História e Mito, de Helena BarbasAo longo dos séculos, Maria Madalena foi atraindo a si acontecimentos e narrativas que levaram à criação de uma lenda e depois de uma biografia imaginária. (Ésquilo, 262 pp, €22)
O Sexo depois dos FilhosO Sexo depois dos Filhos, de Jill Savage
(Editorial Magnólia, 224 pp, € 17.85). Uma conversa de mães
para mães sobre como manter a intimidade viva.
Um livro prático, divertido e cheio de sentimento, que poderá ajudar a superar frustrações e desilusões e recuperar a
intimidade, a espontaneidade, o prazer e a paixão no casamento.
mercoledì
:: Ouvir...
:: Feng Shui no quarto do casal...





Feng Shui no quarto do casal
Veja como a disposição dos móveis pode influenciar a relação
Feng Shui no quarto do casal
Você briga constantemente com seu companheiro e não sabe o que fazer para que a harmonia volte ao seu lar? Então, mude os móveis do quarto de casal de lugar. Loucura? Não, Feng Shui (leia-se “fong soei”). O milenar conhecimento chinês pode ajudar a tornar o seu relacionamento melhor. É o que garante a arquitecta Lysia Basinski. “ O Feng Shui é uma ciência que trata da relação entre o céu, o homem e a terra, isto é, o homem e o ambiente em que ele vive. Como estamos dentro de um sistema governado pelo movimento estelar e o movimento da Terra, a interação entre estas energias resulta numa configuração energética que influenciará todos os ambientes e os usuários”. Portanto, as energias individuais do casal, da casa e especificamente do quarto devem estar integradas.
Simples? Nem tanto. Para que os móveis fiquem dispostos de uma maneira harmoniosa, é preciso fazer contas! “Por meio de cálculos matemáticos, utilizando uma planta da casa, uma bússola, as datas de nascimento do imóvel e de seus usuários, é possível calcular que características específicas o local tem e em que momento ele se encontra dentro do tempo e espaço do planeta. Dessa forma, poderemos verificar quais áreas poderão ser mais ou menos utilizadas”, explica a arquitecta.
Para isso, os especialistas utilizam o Ba guá, uma figura geométrica que representa os oito aspectos essenciais à vida: trabalho, espiritualidade, família, prosperidade, sucesso, relacionamentos, criatividade e amizades. Com esta ferramenta, o Feng Shui tenta valorizar a energia positiva (Chi) e neutralizar a negativa (Sha). “Para conseguirmos equilíbrio vale tudo, desde mudar os móveis de lugar, até aplicar cores, melhorar a iluminação e retirar alguns objetos. Tudo para que a energia flua”, exemplifica Regina Damasceno Soares, especialista na técnica.
De acordo com Regina, os cômodos da casa não devem ser tratados de forma individual. “O equilíbrio se dá em todo o lar”, afirma. Mas o quarto merece uma atenção especial. É lá que passamos boa parte de nossas vidas, pelo menos 1/3 do nosso tempo! Ali está nossa intimidade, é onde nos recarregamos. Agora, imagine um lugar em que vivem duas pessoas? “O casal deve ficar sempre em vigilância para que não ocorram desequilíbrios”, explica Regina, lembrando que o local deve ser tranqüilo e aconchegante.
As especialistas prepararam uma lista de coisas que se deve e não deve fazer no quarto:
Tenha:
- Móveis e decoração em quantidade suficiente, sem muitos adornos. Ao contrário que se pensa, o Feng Shui propõe um ambiente mais clean, sem muitos enfeites e penduricalhos.
- As camas devem ser de madeira e com cabeceira, sem "depósitos" inferiores, como gavetas e outros objetos escondidos.
- As paredes e tetos devem ter revestimentos lisos. Se possível, opte por cores claras. Caso queira fugir do branco total, escolha tons pastel.
- Para activar a sexualidade, invista na cor vermelha em almofadas, velas, quadros e tecidos.
Evite:
- Móveis com formas contundentes. Prefira formas equilibradas (quadrada ou retangular) para uma boa circulação da energia.
- A cabeceira da cama não deve ficar encostada em paredes que tenham instalações hidráulicas. Segundo o Feng Shui, isso é prejudicial à saúde.
- Evite deixar espelhos expostos, principalmente em frente à cama. Sim, os espelhos ajudam a apimentar a relação (pense na decoração dos motéis), mas não devem ficar descobertos à noite, pois eles tornam o ambiente muito agitado.
- A cama não deve ficar em frente à porta e nem entre a porta e a janela, porque ele fica no meio de um fluxo de energia bastante intenso. Se não tiver como, mantenha uma das duas fechadas.
- Não deixe aparelhos eletro-electrônicos (celulares, TVs, Cd player, computador etc) muito perto das cabeças. Se você usa o telemovel como despertador, mude de hábito. Prefira um relógio de corda, que é muito mais saudável. Mesmo desligados, esses aparelhos emitem energia eletromagnética, desarmonizando o ambiente. À noite, tire-os da tomada ou cubra-os com um pano grosso.
Alguns cuidados importantes:
- Tanto no quarto como nos outros cômodos, mantenha a limpeza do ambiente em dia.
- A ventilação e iluminação devem ser suficientes.
- O quarto deve ficar no local de menos movimento da casa.
- Caso tenha um banheiro (suíte) entrante no quarto, a porta do mesmo precisa ser mantida fechada.
- Evite circulação de vento sobre o seu corpo ao dormir.
- Quando você estiver dormindo o quarto deverá estar escuro, silencioso, sem a ação de vento, de odores e de fumaça para que você tenha um sono reparador, mantendo a sua privacidade e segurança resguardada.
Se você não puder fazer todas as mudanças propostas, a arquiteta Lysia Basinski sugere um paliativo: “Experimente mudar temporariamente de ambiente para dormir. Caso não seja possível, tente mudar a sua cama de posição dentro do próprio quarto, pelo menos por uns dez dias e observe a reação de vocês”, finaliza.
Por: Catarina Guimarães
giovedì
:: Veja...

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:: Dónde se pagan más caros los libros de texto?...
Dónde se pagan más caros los libros de texto?Via 20minutos.es
Ampliar fotoCada alumno gasta de una media de 111,21 euros cada año. (ARCHIVO)
Los alumnos madrileños son los que más gastan en libros de texto cada año, en concreto 148 euros.
Los castellanomanchegos, en cambio, los que menos: 67 euros anuales.
La media desembolsada por alumno en España es de 111,21 euros.
Los alumnos madrileños son los que más gastan en libros de texto cada año en España, en concreto 148 euros, más del doble que los castellanomanchegos, que sólo invierten 67 euros anuales en este material escolar.Cada alumno español desembolsó de media el pasado curso 111,21 euros en los manuales escolares, cuyo precio ascenderá para el 2008-2009 un 3,8%, según datos de la Asociación Nacional de Editores de Libros y Material de Enseñanza (Anele).Siete comunidades rebasaron la media nacional, especialmente en Madrid, donde los estudiantes invirtieron 148,8 euros, seguida de Cataluña, comunidad en la que los alumnos gastaron 131,96 euros.
803 millones de facturaciónEstas dos comunidades sumaron uno de cada cuatro euros facturados por la venta de libros de texto en España, donde se superaron los 803 millones, de los que más de 152 millones se contabilizaron en Cataluña y más de 149 millones en la Comunidad de Madrid.También Andalucía registró una de las mayores cantidades facturadas, más de 127 millones, si bien es la comunidad con mayor número de alumnos -sólo por encima de las dos anteriores-, aunque cada uno sólo invirtió 89 euros.Por debajo, además de los castellanomanchegos, los escolares extremeños se dejaron 87,73 euros en libros de texto y 84,94 euros los navarros, además de los alumnos de Ceuta y Melilla, en las que desembolsaron 89 euros.El siguiente cuadro recoge, por comunidades autónomas, el gasto medio de cada alumno en libros de texto:
COMUNIDADES AUTÓNOMAS
GASTO POR ALUMNO
Andalucía
89 €
Aragón
121,34€
Asturias
115,08€
Baleares
126,05€
Canarias
98,48€
Cantabria
106,20€
Castilla y León
105,99€
Castilla La Mancha
67,11€
Cataluña
131,96€
Comunitat Valenciana
108,94€
Extremadura
87,73€
Galicia
97,98€
Madrid
148,80€
Murcia
100,45€
Navarra
84,94€
País Vasco
119,90€
La Rioja
119,27€
Ceuta y Melilla
89 €
MEDIA
111,21€
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Aprobada la nueva Ley del Libro que liberaliza el precio de los libros de texto y unifica el resto
Libros de texto gratis para 44.600 alumnos más
Cortan los libros por temas para ir a clase
Los libros y el material escolar serán gratis para los alumnos de P-3 a 4º de ESO de Santa Coloma de Gramenet
Clloney : Me voy a casar y voy a ser padre!!!....

Via 20minutos.es
Ampliar fotoGeorge Clooney y Brad Pitt
El actor responde con ironía a las insistentes preguntas sobre su vida privada en la primera jornada de la Mostra de Venecia.
Durante la rueda de prensa de la película que protagoniza junto a Brad Pitt, dirigida por los hermanos Coen y que ha abierto el Festival.
Minuteca todo sobre:
Brad Pitt,
George Clooney
La presencia de dos estrellas como Brad Pitt y George Clooney aseguró hoy el despliegue mediático en la primera jornada de la Mostra de Venecia, desplazando del protagonismo al contenido cinematográfico en favor de la crónica rosa. "Me voy a casar y voy a ser padre hoy mismo", respondía con ironía Clooney, uno de los galanes más cotizados de Hollywood. Ha acudido a Venecia junto a Brad Pitt con el que protagonista de Burn After Reading, la nueva película de los hermanos Coen que inauguró el festival fuera de concurso. En la rueda de prensa que abrió el fuego en el Lido de Venecia, esa era la respuesta a una de las tantas preguntas que desviaron la atención hacia terrenos extracinematográficos.
"Mi costumbre respecto a los gimnasios es no ir a ninguno" A Pitt le preguntaron a qué gimnasio había que apuntarse para que él les atendiera, como ocurre en la cinta de los Coen. "Es sólo una película", respondió, y "mi costumbre respecto a los gimnasios es no ir a ninguno de ellos", añadió. Los abucheos de los periodistas allí presentes ante las preguntas menos oportunas no impidieron que otra reportera pidiera también a Clooney, cuyo personaje está obsesionado con hacer ejercicio en la película, que corriera tras ella, a lo que contestó: "Más bien, huiría de usted". Clooney y Pitt, que de por sí no estuvieron muy habladores en la rueda de prensa -de sólo media hora de duración- ni aún en las preguntas más serias, volvieron a toparse con el peso de su vida pública por encima de su trabajo profesional. Ayer, además, aprovecharon su presencia en la ciudad italiana para dar rienda suelta a otra de sus facetas públicas menos frívolas, la filantrópica, al presidir un gala benéfica para la ONG "Not On Our Watch" -con la que también colaboran Matt Damon y Don Cheadle- con el fin de recaudar fondos para Darfur (Sudán).
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martedì
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:: Cenicienta y Blancanieves...
Cenicienta y Blancanieves, detenidas por bloquear la entrada de DisneylandiaVia 20 Minutos.es
Ampliar fotoCenicienta y Blancanieves
Reclamaban mejoras laborales a la entrada del parque.
Algunos de los empleados bloquearon por casi una hora un cruce muy transitado.
Está previsto que los detenidos recuperen la libertad a lo largo del día.
Algunos visitantes que acudieron este viernes a pasar el día en el mundo mágico de Disneylandia se quedaron atónitos al ver como la policía detenía a personajes míticos de ficción, entre ellos Cenicienta, Blancanieves y Campanilla.
La policía detenía a personajes míticos de ficción a la entrada del parqueLa policía acudió a la entrada de Disneyland en la localidad de Anaheim, cerca de Los Ángeles, después de que un grupo de trabajadores, muchos de ellos disfrazados de los personajes del mundo de Disney, se concentraran para reclamar mejoras laborales, según informan medios locales.
Tras una marcha de protesta desde uno de los hoteles del complejo hasta la entrada del parque, algunos de los empleados bloquearon por casi una hora un cruce muy transitado. La protesta derivó en la detención de 32 empleados bajo los cargos de desobedecer una orden de un oficial y cometer dos infracciones de tráfico.
Nuevo marco social
Está previsto que los detenidos recuperen la libertad a lo largo del día. Los manifestantes representaban a más de 2.000 empleados de los hoteles Paradise Pier, Grand Californian y Disneyland Hotel, propiedad de la empresa Disney, cuyo convenio finaliza en febrero.
El sindicato aseguró que las condiciones ofrecidas por Disney en su última oferta impedirá que muchos trabajadores puedan pagarse el seguro médico y genera desigualdad entre los empleados al establecer dos categorías salariales.
Desde la empresa se informó de que las conversaciones para establecer el nuevo marco laboral aún no habían finalizado, aunque se achacó la falta de acuerdo a que en los últimos seis meses el sindicato sólo se había sentado a la mesa de negociaciones en 11 ocasiones, mientras ya se habían celebrado 14 manifestaciones.
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:: DiCaprio y Winslet....

Via 20 Minutos.es
Ampliar fotoLeonardo DiCaprio, junto a la británica Kate Winslet. (ALLMOVIEPHOTO)
Ambos actores vuelven a rodar una escena de sexo en la película 'Revolutionary Road'.
La cinta está dirigida por el marido de la actriz.
"Es genial descubrir cómo encajamos", asegura Winslet.
Minuteca todo sobre:
Leonardo diCaprio,
Titanic
Once años después de coincidir en Titanic, Leonardo DiCaprio y Kate Winslet han vuelto a rodar una escena de sexo en Revolutionary Road, algo que le resultó "extraño" para la británica, ya que el director de la cinta es Sam Mendes, su marido.
Eres mi mejor amigo y él es mi marido"Yo no paraba de decir... esto es demasiado extraño", comentó la actriz, de 32 años, a la publicación Entertainment Weekly, a lo que su compañero de reparto le contestaba, según la intérprete: "vamos, tienes que sobreponerte".
"Claro, déjame recordarte: eres mi mejor amigo. Él es mi marido. Esto es un poco extraño", reiteró la candidata al Óscar en cinco ocasiones, quien no obstante quedó muy satisfecha con el resultado final de la película.
"No me había planteado cómo funcionaría mi química con él desde Titanic", pero "es genial descubrir cómo encajamos, como una memoria muscular", dijo la intérprete.
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Via 29 Minutos.es
Creen que podría incitar a la violencia.
"Me imaginé que mi libro podría ser un puente", se lamentó su autora.
Han devuelto los derechos de autor a su escritora.
Minuteca todo sobre:
Islam
La editorial Random House ha retirado la novela 'The Jewel of Medina' ('La Joya de Medina'), de la periodista Sherry Jones, por miedo a que pudiera "incitar a la violencia".
El libro cuenta la historia de Aisha, la niña que fue esposa del profeta Mahoma. 'The Jewel of Medina', la primera novela de la periodista Sherry Jones, de 46 años, iba a ser publicada el 12 de agosto por Random House, con una gira publicitaria por ocho ciudades, comentó el jueves Jones.
La novela cuenta la vida de Aisha, desde su matrimonio con Mahoma -cuando tenía seis años- hasta la muerte del profeta. Jones dice que se indignó al enterarse en mayo que la publicación iba a ser pospuesta de manera indefinida.
"Escribí deliberada y conscientemente, con respeto por el Islam y por Mahoma (...) Me imaginé que mi libro podría ser un puente", se lamentó la periodista.
Escribí deliberada y conscientemente, con respeto por el Islam y por Mahoma
El subeditor de Random House, Thomas Perry, señaló en un comunicado que la compañía recibió un "consejo cautelar no sólo de que la publicación de este libro podría ser ofensiva para algunos miembros de la comunidad musulmana, sino de que también podría incitar a la violencia por parte de un segmento pequeño pero radical".
"Por la seguridad del autor"
"En esta instancia decidimos, tras una larga deliberación, posponer la publicación por la seguridad del autor, de los empleados de Random House, de libreros y de cualquier otra persona que estuviera involucrada con la distribución y seguridad de la novela", explicó Perry.
La decisión ha generado un gran controversia tanto en los blogs de internet como en los círculos académicos. Algunos lo comparan con casos anteriores, en los que los libros sobre el Islam han tenido una acogida hostil entre algunos sectores radicales.
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lunedì
:: Tempo...
Dirás a já estafada frase:o tempo se encarrega e é verdade que o tempo
faz milagres
disfarça os sulcos por onde
o tédio se insinua
(a dor às vezes é mais forte)
O tempo seca as lágrimas
faz esquecer que existe
essa coisa delicada
quase- que apenas o rosto o esgar o riso
magoado
revelam quando o tempo passa
É inútil dizer que o tempo
há-de passar
como uma sombra imensa
pior que a nuvem pior que uma ameaça
o tempo cobre-te o rosto como o lenço
sobre o rosto do cadáver
o tempo sabe das coisas
o que das coisas nos escapa
e é verdade que até parece que o que dói
desaparece
no silêncio da casa
Mas a luz mais forte há-de lembrar-te
tudo o que não passa
os enganos de alma a ingénua
esperança
ou o dia em que olhaste a janela
de um hotel
e pela primeira vez pensaste
que talvez o tempo se esquecesse
e perdoasse
se abrisses a porta e voasses
pelo espaço
à procura da luz que o tempo
não trespassa
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:: Keira Knightley "Soy una Inculta"...
Keira Knightley: "Soy una inculta"Via 20 Minutos.es
Ampliar fotoLa actriz Keira Knightley
La actriz británica lamenta no haber estudiado en la universidad para completar su educación.
"No ir a la universidad me ha dado una fuerza increíble (para aprender cosas) pues eso te deja un ligero resentimiento".
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Keira Knightley
Pese a interpretar a famosas heroínas de la Literatura y recibir el elogio de la crítica por sus inteligentes actuaciones, la actriz británica Keira Knightley lamenta no haber estudiado en la universidad para completar su educación. "Soy completamente una inculta", confiesa Knightley, de 23 años, en una entrevista que publica esta semana la revista británica Tatler. "No ir a la universidad me ha dado una fuerza increíble (para aprender cosas), pues eso te deja un ligero resentimiento", comenta la actriz, quien abandonó los estudios a los 17 años para centrarse en su carrera cinematográfica.
Padece dislexia"Eso (la carencia de estudios universitarios) me anima a leerlo absolutamente todo para demostrar que no soy estúpida", explica la intérprete de películas tan conocidas como El rey Arturo (2004) o la saga de Piratas del Caribe. Además, la estrella de Hollywood reconoce que padece dislexia desde los seis años, de ahí que sólo pueda leer con lentitud. Knightley comparte esa sensación con otras actrices que tampoco han terminado sus estudios, como Kate Winslet, protagonista de Titanic (1997), quien ha llegado a admitir que se siente "insegura intelectualmente".
Las cultasA diferencia de Knightley, otras colegas sí han logrado compatibilizar sus exitosas carreras profesionales con los estudios superiores, como Rachel Weisz, que se licenció en Lengua Inglesa en la prestigiosa Universidad de Cambridge.
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será numa noitede escuro de cegos com venda
de silêncios de surdos e mudos
de toques de sabores e odores
de mãos de ver formas e texturas
na lenda dum sonho de aventuras
será ao sol queme saciarei das cores
do verde dos teus olhos de amêndoa
do trigo da tez da tua face morena
debruada ao abrigo do teu cabelo negro
será assim o nosso encontro
num sonho de uma noite de verão
Mateo
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